sexta-feira, 12 de março de 2021

Estádio Nogueirão é municipalizado

 Prefeito Allyson Bezerra e Secretário de Esportes Júnior Xavier - Foto: Wilson Moreno (Secom/PMM)

Prefeito Allyson Bezerra e Secretário de Esportes Júnior Xavier - Foto: Wilson Moreno (Secom/PMM)
Uma ótima notícia para o desportista mossoroense. O Estádio Manoel Leonardo Nogueira, o Nogueirão, está oficialmente municipalizado. O anúncio foi feito pelo prefeito Allyson Bezerra (11/3), no Salão dos Grandes Atos do Palácio Rodolfo Fernandes, sede do governo municipal.

A mudança de comando do equipamento, que era administrado pela Liga Desportiva Mossoroense (LDM), para a Prefeitura de Mossoró, veio com a confirmação do registro em cartório, a pedido da atual administração municipal, dos documentos que legitimam a alteração na propriedade do imóvel.

“Um momento histórico. Nós assumimos a Prefeitura e de cara abraçamos essa responsabilidade de devolver ao povo de Mossoró, de fato e de direito, o estádio Nogueirão. Era uma demanda histórica, de décadas, que a população queria que o Município pudesse cuidar do estádio”, comemorou o prefeito Allyson Bezerra.

A oficialização da municipalização contou com o empenho pessoal do secretário de esportes Júnior Xavier, que recebeu carta branca do prefeito Allyson Bezerra, e o apoio decisivo dos titulares da Procuradoria-Geral do Município e da Consultoria-Geral, Raul Santos e Humberto Fernandes, respectivamente, que fizeram um minucioso estudo de todo o processo e indicaram encaminhamentos até o desfecho positivo.

“A importância dessa municipalização é grande, em todos os aspectos esportivos. Para os jogos escolares e nós vamos fazer voltar; para o esporte amador e para o profissional, porque a gente ficava triste em ver nossos representantes tendo que fazer seus jogos fora, longe do seu torcedor. Sem contar com o espaço para atletismo, com a pista que o Nogueirão possui”, comentou o secretário Júnior Xavier.

A municipalização do Nogueirão representa uma nova perspectiva para a principal praça de esportes do município, que viveu nos últimos anos constantes interdições devido as condições precárias em sua estrutura física.

Agora, o Município poderá fazer investimentos em obras no Estádio Municipal Manoel Leonardo Nogueira, dotando-o de condições adequadas de segurança e conforto para uso de atletas, imprensa e público.

“Ao final dessa pandemia, nós teremos a oportunidade de o povo de Mossoró voltar a frequentar o Nogueirão. Vamos fazer grandes investimentos para que a gente tenha realmente uma grande praça de esportes”, finalizou o prefeito Allyson Bezerra.

Estádio Nogueirão – Foto: Wilson Moreno (Secom/PMM)

BREVE HISTÓRICO

O Estádio Municipal Manoel Leonardo Nogueira foi edificado em terreno doado pela Prefeitura de Mossoró para substituir o antigo campo da rua Benjamin Constant, onde hoje funciona o SESI.

O estádio foi inaugurado em 4 de junho de 1967 e ao logo de sua existência sediou jogos e situações memoráveis para o futebol local, como as finais do Campeonato Potiguar de 2004, conquistado pelo Potiguar, e de 2006, vencido pelo Baraúnas.

Outros jogos também marcaram a história do Nogueirão, como disputas de Copa do Brasil, com visita de Vasco do Gama, Cruzeiro, entre outros.

Amistosos marcantes também foram realizados no Nogueirão, como o confronto entre Baraúnas e Flamengo, em 11 de agosto de 1985, vencido pelo clube carioca, que contou com as presenças de jogadores como Zico, Bebeto, Mozer, Cantarelli, entre outros atletas consagrados. Esse jogo marcou, também, o registro de maior público da história do Nogueirão, com 18.063 torcedores.

Em sua concepção original, o Nogueirão tinha capacidade para 25 mil espectadores. Posteriormente, após nova avaliação realizada na década de 1990, e por motivo de segurança, essa capacidade foi reduzida para para 17.600 espectadores.

Ao longo de sua história, o Nogueirão sofreu várias interdições devido problemas estruturais, sendo a primeira delas em 2004, às vésperas da primeira partida da final do campeonato estadual daquele ano, entre Potiguar e América de Natal.

Com essa interdição, todo o lance de arquibancada posicionado à margem da avenida João da Escóssia foi declarado impróprio para receber público e a capacidade do estádio acabou novamente reduzida, agora para 9 mil espectadores.

Outras interdições vieram e o estádio teve novamente a capacidade reduzida, agora para 4 mil espectadores, o que permanece até hoje.

fonte: Prefeitura de Mossoró Rn

quarta-feira, 10 de março de 2021

100 anos do futebol feminino no Rio Grande do Norte: histórias de pioneirismo e protagonismo esportivo

 Por Aira Bonfim (airafbonfim@gmail.com) - site historiadoesporte.wordpress.com/

Enquanto alguns jornais e revistas do início do século passado buscavam associar a imagem de mulheres esportistas à atributos de delicadeza, beleza e frivolidades, acervos fotográficos da coleção do Instituto Tavares de Lyra (RN) e registros da revista carioca Vida Sportiva revelam imagens de garotas atléticas reais – e nem tão graciosas assim.

O olhar marrento, os corpos fardados e os braços cruzados são pistas visuais oferecidas por esses acervos que nos ajudam a pensar as formas de apropriação prática do futebol pelas brasileiras das primeiras décadas do século XX.

O exemplo aqui escolhido refere-se às fontes disponíveis sobre as equipes femininas de futebol do estado do Rio Grande do Norte e que circularam pela imprensa brasileira entre os anos de 1918 a 1920.

Em março de 1920 o semanário Vida Sportiva, responsável pela divulgação de notícias esportivas dos mais longínquos estados do Brasil, revelaria na sua capa a foto do ABC Football Club, time de futebol feminino da cidade de Natal, e, curiosamente associado a Liga de Desportos Terrestres na mesma época.

Futebol feminino de RN na capa da revista Vida Sportiva de março de 1920

Futebol feminino de RN na capa da revista Vida Sportiva de março de 1920

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A foto da capa refere-se a um campeonato de futebol feminino realizado no sítio Senegal, residência do Coronel Joaquim Manoel Teixeira de Moura, o Quincas Moura. Tratava-se, de acordo com a mesma revista, de um prélio perdido de 12×0 pelo ABC F.C. (capa) contra o scratch feminino do Centro Sportivo Natalense, outra equipe pertencente à liga potiguar.

Tanto a raridade visual como a evidência histórica da partida de futebol são confirmações importantes que mulheres jogaram bola no Brasil, principalmente quando levamos em conta que na mesma época tal modalidade só crescia e se popularizava em todos os estados.

Jogadoras do ACB Football Club e Centro Sportivo Natalense em 1920

Nos últimos anos, tanto a mídia esportiva, como pesquisadores e instituições tem reiterado o episódio paulistano de 1921 entre as “senhoritas” dos bairros do Tremembé́ e da Cantareira, como um marco inaugural de moças jogando bola no Brasil. No entanto, apesar de existirem novas confirmações de episódios isolados entre meninas, antes e depois de 1921, o futebol feminino, como modalidade esportiva e competitiva, não se desenvolveu oficialmente como modalidade naquela época.

Diferente das experiências iniciadoras do futebol masculino no país, a exemplo de Charles Miller em São Paulo, e outros entusiastas do esporte bretão inglês como Thomas Donohue (Bangu Athletic Club) e Oscar Cox (Fluminense Football Club), às iniciações femininas nesse esporte aproximam-se mais das experiências atléticas vividas entre as crianças, presenciadas principalmente nas ruas, escolas, igrejas, clubes e nas periferias das festividades esportivas.

Meses antes da divulgação da capa feminina na Vida Sportiva, a revista afirmou que a cidade do Natal podia gabar-se de ter sido a primeira do Brasil a criar agremiações esportivas “de elementos exclusivamente femininos”[1]. O texto referia-se ao Centro Náutico Feminino de Natal e o Clube Náutico Jundiahy, da cidade de Macaíba, fundados sob a orientação do Centro Náutico Natalense. Todos, desde 1918, já ostentavam publicamente garotas disputando provas de remo.

Competidores da Yole Anta, do Centro Náutico Potengy, em 1918. Fonte: Vida Sportiva.

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De acordo as notícias sobre a vida esportiva norte-io-grandense, o ano de 1915 havia marcado o grande boom das práticas esportivas entre aquela comunidade do Nordeste. Os cronistas de Vida Sportiva narram que graças ao football e os esportes náuticos em pouco tempo se proliferaram os encontros atléticos entre a juventude de Natal.[2]

Com exceção do turfe, as elites de Natal e redondezas já se consideravam pessoas com acesso a uma variada gama de esportes em 1915. Houve inclusive investimento público do governo local, que apesar de modesto, foi citado na época como uma contribuição significativa para o desenvolvimento esportivo da região.

Imagem da equipe feminina de futebol de Natal publicada em maio de 1920.

Enquanto uma parte da juventude feminina experimentava as competições de regatas (os rowings), os textos da revista também revelam a experimentação feminina em outras variedades esportivas que, na “impossibilidade absoluta de praticarem o football, elas haviam inventado o hand-ball e praticavam o basketball”:

“O bello sexo natalense não quis ficar indifferente a esse louvável movimento patriótico da juventude masculina.

Adheriu à nobre causa, certo de que a educação physica é uma necessidade.

Empreendedora, intelligente, a mocidade feminina natalense, resolveu também entregar-se à prática de desportos (…)” [3]

A novidade o futebol feminino revelado pelo semanário Vida Sportiva, órgão oficial dos cronistas esportivos do Rio de Janeiro, já havia antecipado o tema na sua capa de um mês antes, em 21 de fevereiro de 1920, quando escolheu a ilustração de uma jogadora de futebol vestida com o uniforme do Botafogo Futebol Clube, do Rio de Janeiro.[4]


Se desconhece qualquer performance pública de mulheres jogando bola no clube do Botafogo nessa época, no entanto, o mesmo não se pode dizer de outros clubes cariocas como o Villa Isabel F.C.(1915), o Progresso F.C.(1919), o C.R. Flamengo (1919) e o River S.C.(1919), que já indicavam a exibição de equipes mistas ou de meninas contra meninos nas suas festividades esportivas e domingueiras.[5]

Após alguns meses da publicação das capas da revista Vida Sportiva com jogadoras de futebol, em meados de 1920, encontra-se também no Rio de Janeiro, evidências de mulheres jogando futebol no Helios (1920), C.R. Vasco da Gama (1923), S.C. Celeste (1923) e São Cristóvão A.C. (1929).

A investida das capas com mulheres esportistas, além de outra publicação sobre o team feminino potiguar divulgada em maio de 1920 [6] inserem-se num contexto de divulgação de crônicas que incentivaram a prática dos esportes entre as brasileiras pela revista Vida Sportiva.

Textos com títulos sugestivos como: ‘Porque não se incita o sexo frágil a praticar os sports?’(1918), “a mulher nos sports”, a “a saúde e a belleza da mulher pelo cultura physica”, “o dever physico da mulher moderna”, todas de 1920, exemplificam o tom da campanha empreendida por esse veículo de imprensa da época.

Vale destacar que o ano de 1920 também marcou a profusão de equipes de futebol feminino na Europa. Só na França, no mesmo ano, estima-se que em torno de 150 grupos jogaram bola.[7] Anos antes, também foi fundada La Fédération des Sociétés Feminines et Sportives de France, que entre tantas ações, destaca-se a parceria com as pioneiras do futebol, as desportistas inglesas.

A parceria europeia resultou no primeiro jogo internacional feminino entre Inglaterra e França, em Preston, com 25 mil espectadores em 1920. A partida feminina entre França e Inglaterra, em julho de 1920, ganhou uma página inteira da Vida Sportiva[1]. Esse episódio aconteceu no campo do Chelsea F.C. e a publicação trouxe imagens das capitãs Macgnemond e Kell, assim como uma defesa da goleira da equipe francesa (Fémina Sport) e uma cena da partida de futebol (com um árbitro homem!)

Jogadoras inglesas e francesas ocupam uma página inteira de Vida Sportiva em julho de 1920

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De volta ao cenário brasileiro e ao estado do Rio Grande do Norte, endereço das primeiras imagens publicadas do futebol feminino no país, vale destacar algumas pequenas curiosidades sobre as agremiações esportivas potiguares. O Centro Sportivo Natalense foi fundado da associação entre o Flamengo Foot-ball Club com o Alecrim Foot-ball Club[9], ambos de Natal.

O sportman João Café Filho (1899-1970), nessa época, era o diretor de esportes do Alecrim F.C. O jovem potiguar era o goleiro da agremiação e anos mais tarde, o único potiguar a ocupar o cargo de presidente do Brasil, desde que assumiu a presidência entre 24 de agosto de 1954 e 8 de novembro de 1955, depois do suicídio de Getúlio Vargas.

Se já não fosse um episódio revelador, o historiador Dr. Anderson Tavares de Lyra, fundador do Instituto Norte-Rio-Grandense de Genealogia e do Instituto Tavares de Lyra (Macaíba- RN), apresenta na sua catalogação fotográfica informações que identificam a volante da equipe do Centro Sportivo Natalense como sendo Jandira Carvalho de Oliveira Café (1904-1989), futura esposa de João Fernandes Campos Café Filho e primeira dama do Brasil.

Além da constatação que uma primeira dama nordestina atuou nos primórdios do futebol de mulheres no Brasil, ainda há mais novidades entre o seleto grupo. A equipe feminina rival do ABC Football Club também conta com outra personagem de prestígio nacional: Celina Guimarães Viana (1890-1972). A jogadora do ABC F.C. (time da capa da Vida Sportiva), além de dona do acervo de fotos disponíveis hoje no Instituto Tavares de Lyra, se tornou professora e reconhecida como a primeira mulher a conquistar o direito ao voto no Brasil em 1927.[10]

Segundo o memorialista Anderson Tavares de Lyra, as fotografias da época apresentam dois espaços: o estádio Juvenal Lamartine e o sítio Senegal, ambos no bairro do Tirol e pertencentes ao Coronel da Guarda Nacional e Presidente da Intendência de Natal, Joaquim Manoel Teixeira de Moura, Quincas Moura.

O coronel, adepto das animações proporcionadas pelos encontros festivos e esportivos naquela região, tinha entre suas convidadas, sobrinhas, primas e filhas. O episódio das jogadoras de futebol do Rio Grande do Norte é excepcional e curioso em sua época, e ao mesmo tempo, na luz da contemporaneidade, 100 anos mais tarde, são histórias e protagonismos pouco conhecidos de mulheres, jogadoras, historiadores e instituições do esporte.

Em 2020, continuamos demandando esforços coletivos para constituir histórias mais plurais de um esporte que despertou paixões em todos os tipos de pessoas – e essa totalidade também inclui as mulheres.

O recado já estava dado pelo cronista da revista Vida Sportiva de 1918:

“quem está affeito a assistir as lutas de football, quantas vezes não terá adimirado do enthusiasmo com que varias torcedoras assistem o transcorrer da pugna?

Essas torcedoras, adeptas da cultura physica, não sentirão por vezes, ancias de se entremearem nas lutas?

Certamente que sim!

Animome-las! Incitemo-las, para que em breve possamos ver em cada recanto da nossa capital, um club em que a mulher possa cultivar os sports”.[11]

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Notas

[1] Vida Sportiva, Rio de Janeiro, p. 11, 13 dez. 1919.

[2] Vida Sportiva, Rio de Janeiro, p. 3, 29 nov. 1919.

[3] Idem.

[4] O escudo da imagem sugere a composição de letras que o clube carioca usava antes da fusão com o Clube de Regatas Botafogo.

[5] BONFIM, Aira Fernandes. Football Feminino entre festas esportivas, circos e campos suburbanos: uma história social do futebol praticado por mulheres da introdução à proibição (1915-1941). 2019. 213 f. Dissertação (Mestrado em História) – CPDOC – Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro.

[6] Vida Sportiva, Rio de Janeiro, p. 18, 15 mai. 1920.

[7] Williams, 2003; Doble, 2017; William e Ress, 2015.

[8] Vida Sportiva, Rio de Janeiro, p. 19, 24 jul. 1920.

[9] Diário de Pernambuco, Recife, p. 2, 6 jul. 1918.

[10]http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/celina-guimara-es-de-primeira-eleitora-a-a-rbitra-de-futebol/451775. Acesso em junho de 2020.

[11] Vida Sportiva, Rio de Janeiro, p. 7, 8 jun. 1918.

Referências

BONFIM, Aira Fernandes. Football Feminino entre festas esportivas, circos e campos suburbanos: uma história social do futebol praticado por mulheres da introdução à proibição (1915–1941). 2019, Dissertação — Mestrado em História, Política e Bens Culturais, Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), Rio de janeiro, 2019.


matéria publicada originalmente no site 

https://historiadoesporte.wordpress.com/2020/07/27/100-anos-do-futebol-feminino-no-rio-grande-do-norte-historias-de-pioneirismo-e-protagonismo-esportivo/?blogsub=confirming#blog_subscription-3


quinta-feira, 4 de março de 2021

Campeonato Potiguar conclue 2º rodada

 Seguimento do Potiguar 2021

Rodada 2

28/02/21

América  2x1 Santa Cruz Natal 

Arena Dunas Natal

Arbitro: Zandick Gondim Alves Junior (RN)

Gols: Luan 46 do 1º tempo e Caxito 36 do 2º t ; Cleyton 42 do 1º tempo


Assu  4x0  Potiguar

Edgarzão Açu

Arbitro: Moises Estêvão de Moura Lima (RN)

Gols Moisés 4, Moises 33 do 1º tempo, Joedson 18 e Djalma 22 do 2º tempo


Globo 3x1  Palmeira

Barrettão Ceará-Mirim

Diego Leonardo De Lima Santana Coutinho (RN)  

Gols: Negueba 18 e 34 Cleyton 24 ; Paulinho 20 todos do 1º tempo


04/03/21

ABC  1x1  Força e Luz

Frasqueirão Natal

Arbitro: Caio Max (CBF)

Gos: Maicon Douglas aos 12 ; Ronaldo Viana ( p) 19 do 1º tempo






Potiguar anuncia novo técnico para sequencia do Estadual

 O treinador Luciano Quadros está de volta ao comando do Potiguar onde teve uma curta passagem no começo da temporada 2020. A saída de Quadros naquela oportunidade foi por descontentamento com a falta de estrutura do clube rubro mossoroense. Na sua passagem pelo Potiguar, Quadros deixou uma boa impressão, um time bem definido, com padrão e  que pode ser a peça para o time rubro recomeçar dentro do Estadual.

Apresentação do treinador que deve chegar junto com reforços está marcada para o domingo que vem, dia 7. Já no dia 10 o Time Macho enfrenta o Globo, em confronto inicialmente marcado para o Nogueirão que neste momento segue interditado.

Além do treinador Luciano Quadros, o Potiguar anunciou a contratação de Márcio Mossoró para a função de gerente de futebol. Márcio é empresário do atacante Jefinho que está no Sampaio Corrêa do Maranhão.

Jogos e datas definidas dos clubes do RN na Copa do Brasil





Datas confirmadas da Copa do Brasil: 

Dia 11 (quinta-feira) 15:30h

Real Brasília-DF x América-RN

(Serra do Lago – Luziânia-GO)


Dia 17 (quarta-feira) 20h

Rio Branco VN-ES x ABC

(Olímpio Perim – Venda Nova do Imigrante-ES)


 





quarta-feira, 3 de março de 2021

Presidente do Potiguar desiste do clube, com crise e falta de apoio da torcida

 Benjamim Machado renunciou à presidência do Potiguar de Mossoró nesta terça-feira. Alvo do protesto de um torcedor na doação de 1 centavo feita via PIX, o dirigente enviou carta ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, Gregório Jales Rosado, e atribuiu a saída à crise financeira vivida pelo Time Macho. Novas eleições serão convocadas, tendo em vista que o vice-presidente Chico de Edinho também pedirá renúncia.

O time de Mossoró é o lanterna do Campeonato Potiguar 2021, com duas derrotas em duas rodadas. Após a goleada sofrida diante do Assu, no domingo, um torcedor doou R$ 0,01 ao clube e, no campo da descrição do PIX, pedia a saída do presidente em mensagem: "Fora Benjamim. O Potiguar não precisa de você".


O torcedor deveria procurara ajudar ao clube e quem sabe assumir esta barca furada e não desestimular os poucos corajosos dirigentes que tem peito em assumir um clube com dividas. O Baraúnas já foi e o Potiguar parece seguir o mesmo caminho. Criticar é o mais fácil, mas atitude que é bom, é bem difícil. 


Prefeitura de Açu, diminui apoio financeiro ao time do ASSU

 A Prefeitura Municipal de Assú, em nome de toda sua equipe de técnicos e profissionais de esporte e finanças, vem a público lamentar notícias tendenciosas e má colocadas ao povo de Assú, em especial à comunidade esportista.

É de claro e total conhecimento de todos a situação causada pelo novo CORONAVÍRUS em todo o mundo, não apenas na nossa cidade. Estamos vivendo em meio uma pandemia. E, devido a essa situação, as Secretarias de Esportes e de Finanças, que, em todos os momentos, estiveram do lado do esporte assuense, por motivos da pandemia do Covid-19, precisaram reduzir o repasse realizado à Associação Sportiva Sociedade Unida (Camaleão do Vale) e à Liga Açuense de Deportos (LAD).

Os recursos, todavia, estão sendo direcionadas ao povo de Assú, para as ações voltadas ao combate à propagação do novo Coronavírus, sendo destinados à Saúde Pública Municipal.

A gestão municipal lamenta que, em um momento tão delicado, tenha acontecido uma má interpretação da ação do Executivo. Mas garante que, em um futuro próximo, quando juntos teremos vencido essa pandemia, todos os recursos que outrora sempre estiveram presentes voltarão aos seus destinos, e o esporte de Assú continuará a brilhar no cenário norte-rio-grandense.

Todos precisam se adaptar a esta nova realidade, precisamos unir forças e entender que salvar vidas, neste momento, é uma questão que não remete a escolhas.

Jogos da 1º fase Copa do Brasil 2021

Definido os confrontos da 1º fase da Copa do Brasil. A CBF deverá informar as datas da competição que inicia ainda em março de 2021.

CHAVE 1

Treze-PB x América-MG

Porto Velho-RO x Ferroviário-CE

Sergipe-SE x América-MG

4 de Julho-PI x Confiança-SE


CHAVE 2

Moto Club-MA x Botafogo-RJ

Rio Branco VN-ES x ABC-RN

Guarany de Sobral-CE x CSA-AL

Esportivo-RS  x Remo-Pa


CHAVE 3

Campinense-PB x Bahia-BA

Jaraguá-GO x Manaus-AM

Gama-DF x Ponte Preta-SP

Marília-SP x Criciúma-SC


CHAVE 4

Boavista-RJ x Goiás-GO

Picos-PI x Atlético-AC

Palmas-TO x Avaí-SC

FC Cascavel-PR x Figueirense-SC


CHAVE 5

Juazeirense-BA x Sport-PE

Castanhal-PA x Volta Redonda-RJ

Murici-AL x Juventude-RS

Atlético-BA x Vila Nova-GO


CHAVE 6

Galvez-AC x Atlético-GO

Santa Cruz-RS x Joinville-SC

Águia Negra-MS x Vitória-BA

Rio Branco-ES x Sampaio Corrêa-MA


CHAVE 7

Salgueiro-PE x Corinthians-SP

Retrô-PE x Brusque-SC

Goianésia-GO x CRB-AL

Madureira-RJ x Paysandu-PA


CHAVE 8

Caldense-MG x Vasco-RJ

Nova Mutum-MT x Tombense-MG

Cianorte-PR x Paraná-PR

Ypiranga-AP x Santa Cruz-PE


CHAVE 9

Caxias-RS x Fortaleza-CE

Penarol-AM x Ypiranga-RS

Mirassol-SP x RB Bragantino-SP

Uberlândia-MG x Luverdense-MT


CHAVE 10

São Raimundo-RR x Cruzeiro-MG

Real Brasília-DF x América-RN

Un. Rondonópolis-RO x Coritiba-PR

Juventude-MA x Operário-PR

Clubes definidos da Serie D 2021

 

Com a conclusão do Campeonato Goiano e Amazonense de 2020, esta definido os participantes do campeonato brasileiro da Serie D 2021, que iniciará em 26 de maio.



segunda-feira, 1 de março de 2021

América e ABC e os seus futuros adversários na Copa do Brasil

 


A CBF vai definir por sorteio dos jogos da  Copa do Brasil 2021(2/3) e sorteio colocará frente a frente os seguintes grupos de times: A x E, B x F, C x G, D x H.

Os os clubes do RN, América e ABC estão inseridos no Pote D, portanto não se enfrentarão nesta 1º fase, e sim os clubes do Pote H que são: Santa Cruz-RS, Jaraguá-GO, Retrô-PE, Nova Mutum-MT, Castanhal-PA, Penarol-AM, Picos-PI, Real Brasília-DF, Rio Branco VN-ES e Porto Velho-RO.

Clubes de Pernambuco aqui próximo e também de muito distante como Rondônia e Mato Grosso. Perla posição do ranking os clubes potiguares irão jogar fora a única partida da primeira fase e jogarão por um empate para se classificar. Em jogos oficiais o Picos-PI é o único time da relação que os potiguares já enfrentaram em competições nacionais.

Vai começar a Copa do Brasil 2021...

Vai começar a Copa do Brasil 2021. Nesta terça-feira (2/3), na sede da CBF, será realizado o sorteio da Primeira Fase da Copa Continental do Brasil 2021. O sorteio, que tem início previsto para as 15h, terá transmissão ao vivo no site da CBF e nas redes sociais da competição.

Ao todo, 80 times participam desta etapa do sorteio da Copa do Brasil. Eles estão separadas em oito grupos com dez clubes cada, de acordo com o Ranking Nacional de Clubes e com o Ranking Nacional de Federações de 2020. As partidas desta fase serão disputadas em jogo único, com mando do time menor ranqueado.

O sorteio colocará frente a frente os seguintes grupos de times: A x E, B x F, C x G, D x H. Confira os potes para o sorteio da Primeira Fase da Copa do Brasil 2021:

Grupo A

Corinthians-SP
Cruzeiro-MG
Bahia-BA
Botafogo-RJ
Vasco da Gama-RJ
América-MG
Fortaleza-CE
Atlético-GO
Sport Recife-PE
Goiás-GO

Grupo B

Red Bull Bragantino-SP
Vitória-BA
Ponte Preta-SP
Coritiba-PR
Avaí-SC
Juventude-RS
Cuiabá-MT
Paraná-PR
CSA-AL
CRB-AL

Grupo C

Figueirense-SC
Sampaio Corrêa-MA
Vila Nova-GO
Paysandu-PA
Santa Cruz-PE
Criciúma-SC
Operário-PR
Confiança-SE
Luverdense-MT
Remo-PA

Grupo D

Ypiranga-RS
ABC-RN
Brusque-SC
Tombense-MG
Volta Redonda-RJ
Ferroviário-CE
Joinville-SC
América-RN
Atlético-AC
Manaus-AM

Grupo E

Salgueiro-PE
Treze-PB
Moto Club-MA
Campinense-PB
São Raimundo-RR
Juazeirense-BA
Caxias-RS
Caldense-MG
Galvez-AC
Boavista-RJ

Grupo F

União Rondonópolis-MT
Mirassol-SP
Palmas-TO
Sergipe-SE
Cianorte-PR
Gama-DF
Murici-AL
Guarany de Sobral-CE
Águia Negra-MS
Goianésia-GO

Grupo G

Atlético-BA
Ypiranga-AP
Juventude-MA
FC Cascavel-PR
Uberlândia-MG
Madureira-RJ
Quatro de Julho-PI
Rio Branco-ES
Marília-SP
Esportivo-RS

Grupo H

Santa Cruz-RS
Jaraguá-GO
Retrô-PE
Nova Mutum-MT
Castanhal-PA
Penarol-AM
Picos-PI
Real Brasília-DF
Rio Branco VN-ES
Porto Velho-RO

Além dos 80 times listados acima, outras 12 equipes estão na Copa do Brasil, mas só iniciam suas participações a partir da Terceira Fase. São eles: Flamengo-RJ, Ceará-CE, Internacional-RS, Brasiliense-DF, Atlético-MG, Chapecoense-SC, São Paulo-SP, Athletico-PR, Fluminense-RJ, Grêmio-RS, Palmeiras-SP e Santos-SP.